Talvez eu nunca entenda bem,
talvez eu não descubra,
o que acontece quando é você que se aproxima?
Esta necessidade do teu cheiro,
o meu alimento de todos os dias,
existe mágia que me faria sentir assim?
Pois é de outro mundo,
quando as minhas mãos sempre procuram,
o teu tato aqui perto,
e quando ando em passos perdidos,
alí na poeira do chão eu te lembro,
lá na beleza da luz eu te procuro,
sinto, o ar que é seu dedo
faz-me o que não podes fazer,
as cores nunca foram assim,
trouxe importancia aos meus olhos
talvez eu exagere, talvez eu não me controle,
Eu só queria poder te ver agora,
eu só queria te amar sem medo,
te dar o que queres e nunca teve,
O novo!
O velho!
Eu só quero de qualquer maneira,
esse teu cheiro,
entranhado em mim!
É a tua face que me desperta na madrugada,
és a lagrima desesperada que anseia, que espera!
O meu sorriso!
Aqui e em qualquer lugar,
a poesia nas cores e no ar,
o confuso querer estar!
é sempre você, por você!
Dezah p/ Bruno

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